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O Toureio a pé em Portugal precisa do esforço das figuras espanholas

Numa entrevista à revista espanhola Aplausos, Rui Bento Vasques, Director de Actividades Tauromáquicas do Campo Pequeno, analisou o tema da presença das figuras do toureio a pé na temporada do Campo Pequeno. 

Numa temporada marcada por três lotações esgotadas, duas enchentes, uma taxa de ocupação média da ordem dos 75% e 20% de aumento de entradas, no que se refere ao toureio a pé, estiveram ausentes as grandes figuras de Espanha, com excepção de António Ferrera e do novilheiro puntero José Garrido. 

Refere Rui Bento que "Necessitamos que as primeiras figuras do toureio venham mas não há dinheiro para pagar os honorários que pedem. Essas quantidades não se obtêm na bilheteira. Se enchessem a praça como o fazem Pablo Hermoso ou Ventura, não haveria problema. Mas o toureio a pé não tem a mesma força. É importante que venham para irem recuperando espaço mas têm de estar conscientes da realidade de portugal". 

Acrescenta Rui Bento sobre as figuras do toureio a pé "Peço-lhes que venham. Em meu nome e em nome da aficion de Lisboa. Aqui vão encontrar um público muito agradecido, cuida-se do toiro e cuidam-se dos detalhes, além de que uma hora depois do sorteio recebem os seus honorários sem esperar para ver qual a entrada de público. 

O Diretor adiantou que a gestão do Campo Pequeno é muito cuidada e que não entra em aventuras, nem em medidas economicamente injustificadas, pelo que as figuras têm de ter em conta a realidade do nosso país para poderem ser anunciadas no abono do Campo Pequeno.

Leia a entrevista de Rui Bento.